quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A importância da comunicação verbal e não verbal e os impactos da comunicação em projetos.

     Quando tratamos da comunicação em projetos, ainda se tratando no objetivo de buscar sucesso, a interdependência entre as pessoas que formam as equipes é fundamental, e um gestor de projetos deve ter um “feeling”, para identificar as deficiências de comunicação entres os membros de suas equipes de projetos e manter a boa comunicação entre ambos. Sendo assim, a compreensão da missão, visão e valores da organização serão seguidos pelos colaboradores, tornando-se pilar fundamental para construção de um ambiente organizacional saudável, com profissionais comprometidos e engajados com os objetivos estabelecidos.
A importância de entender e compreender as motivações de seus colaboradores, identificando seus anseios e interesses, contribuem positivamente na elaboração de estratégias eficazes em gestão de pessoas. Entre os benefícios pode-se considerar o aumento da produtividade, assiduidade e a resolução de conflitos de forma mais objetiva, dinâmica e menos desgastante. 
O Gerente de Projeto, não pode ficar limitado à abertura de diálogo e o poder de opinarem de cada colaborador, ele também deve estar atendo a linguagem corporal, pois estudos comprovam que 70% das expressões internas, vem a tona com a linguagem corporal, sendo que, rapidamente as pessoas externam seus sentimentos, sendo eles satisfatórios ou não com suas atividades no projeto. Os motivados respondem com níveis equilibrados de produtividade, ânimo, atenção e foco, contra os desmotivas que apresentam baixa produtividade, desânimo, falta de força e críticas constantes, fortes sinais de incomodo. Sendo assim para uma leitura eficaz de cada colaborador participante de algum projeto, a coerência entre as linguagens verbal e não verbal é fundamental neste contexto.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Comunicação verbal e não verbal e suas principais características

     O homem encontrou na linguagem uma forma para conviver em sociedade, pois assim ele tem condições de perceber os acontecimentos e com isso a comunicação ganha importância neste processo de comunicação. Diversos são os tipos de linguagem, onde é possível expressar ideias e sentimentos, passando de sinais sonoros, gestos, expressões e posturas corporais, além da forma falada.
As diferenças entre as comunicações verbal e não verbal compreendem em suas características e de como são expressas.
A comunicação verbal é a forma de expressão falada e escrita, feita por intermédio de palavras e presente em todos os ambientes das relações humanas, ou seja, no trabalho, em casa nos grupos sociais, onde é permitido expressar os pensamentos, desejos e interesses verbalmente.
Por outro lado a comunicação não verbal é realizada pela linguagem corporal, via gestos, posturas, expressões faciais e o contato visual. A forma não verbal atua de modo complementar, pois por intermédio de simbologias ele expressa sentimentos, emoções e expressões físicas.
As expressões físicas possuem uma enorme variável de demonstrações de sentimentos que podem ser traduzidos pelo corpo (corpo fala) como por exemplo, raiva, amor, compaixão, tristeza, alegria, sem precisar falar uma palavra sequer, demonstrando o atual estado do momento. É um tipo de comunicação que pode apresentar duas facetas, podendo ser considerada como uma linguagem universal e  sendo facilitador na comunicação entre duas pessoas com idiomas diferentes, porém, também pode atrapalhar, pois esses recursos gestuais carregam com si produtos culturais, onde um gesto amigável de uma determinada região, pode ser ofensivo para quem vem de outro lugar.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Slogan

     O que podemos falar sobre o Slogan, fortemente usado no meio publicitário é uma 
curta mensagem usada em publicidade com a finalidade de identificação e de fácil memorização, podendo agregar valor a uma marca de produto ou serviço.
     É uma palavra inglesa, que tem como origem na língua gaélica escocesa e irlandesa a expressão “slaughghairn”, usada como grito de guerra dos antigos clãs, para inspirarem seus guerreiros a lutarem pela preservação do seu povo, nos dias de hoje tem outra conotação de guerra, a do mercado capitalista pela disputa pelo consumidor.
   Agências de publicidade e propaganda são especialistas na utilização e criação de slogans, de forma que conseguem dar destaques e atributos a uma mensagem comercial.      O slogan em uma propaganda é uma frase mnemônica e tem por finalidade manter-se na memória do consumidor acentuando certas características, sendo elas a personalidade, onde conceitua-se o produto ou serviço frente ao usuários, ressaltando os atributos do produto somando suas características mais importantes na memorização do consumidor, tornando-se um atalho mais fácil para que o consumidor passe a adquiri-lo.
   Geralmente o slogan é associado à imagem, à linguagem escrita e com design arrojado e leve, transcendendo a materialidade do produto ou serviço, transformando - se em um indicador de atributos os textos publicitários.
     Um slogan ideal tem que ir direto ao ponto, sendo curto e trazendo a história, conceito
da marca e principalmente o atingimento psicológico do publico alvo, fazendo com que a ligação com seu produto ou serviço seja de maneira rápida e eficaz.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

O crowdfunding

     Há sempre ideias inovadoras, porém, muitas delas morrem antes mesmo de nascer, é porque a grande parte sofre pela falta de investimento. E como o atual cenário econômico que país se encontra é instável, torna-se tarefa difícil obter recursos financeiros para investir capital em novos negócios, seja qual for o seu porte.
     Pensando em "driblar" essas dificuldades, alguns empreendedores vem buscando novos métodos de financiamento, e uma maneira alternativa e promissora que surge é o crowdfunding, método pela qual várias pessoas podem investir pequenas quantias de dinheiro em seu negócio, dando vida a sua ideia, revolucionando no lançamento de inúmeras Startups. 
     O empreendedor apresenta a sua ideia ao público por meio da internet (portais de financiamento coletivo), indicando a meta que deve ser alcançada. Por outro lado os investidores (qualquer pessoa), por intermédio de apresentações e vídeos tem condições de conhecer os projetos, tendo condições de investir ou não em cada projeto apresentado. Caso o investimento atinja a meta, o site que divulgou leva em torno de 5% de comissão, caso contrário o empreendedor não recebe nada do valor que foi arrecadado.
      O crowdfunding pode ser utilizado para qualquer área de atuação, cultural, saúde, industria, tecnologia e etc. Sendo uma alternativa bastante útil na captação de recursos para empreendedores que não dispõem de muito dinheiro.
     Além de oportunizar a abertura de negócios para os empreendedores, o crowdfunding pode possibilitar, a vontade das pessoas em ajudar alguns negócios a saírem do papel, mesmo com o baixo investimento, pois permite ter participação de alguma forma no empreendimento de uma empresa ou de um projeto de sucesso futuro. Por outro lado, os empreendedores deste tipo de financiamento recompensam seus investidores e conforme a participação nos investimentos escalonando brindes e prêmios e nos casos dos investimentos mais pesados, a possibilidade de fazerem parte dos lucros do projeto.
    É uma excelente modalidade de captação de recursos e tem milhares de cases de sucesso espalhados pelo planeta, mas infelizmente ainda no Brasil, existe uma certa resistência, pois existe muita desconfiança das pessoas em investir dinheiro em projetos pequenos e poucos conhecidos. E quando se trata de projetos maiores a dificuldade cresce na mesma proporção e para ajudar faltam leis que amparem esta modalidade de investimento.
     Portanto, é  necessário torcer que haja uma mudança de cultura, e que aos poucos mude essas desconfianças e que possam se transformar em mais empreendedores aptos em empreender e pessoas aptas a investir.

quinta-feira, 30 de março de 2017

A criatividade como Processo

      Gastamos algum tempo pensando ou nos ocupando com criatividade? Raramente! Pois é algo que não atrai tanto a atenção, pois está intrínseca ao nosso entendimento, surgindo aquele "celebre" pensamento que; alguém já fez, algo que tu pensou.
    Outra consequência rara em nossos pensamentos é a forma deliberada que estruturamos as coisas; ao contrário de nos prepararmos para reflexão e depois partir para a execução do pensamento criativo, as coisas parecem surgir misteriosamente com um "estalo" em nossa consciência, e mesmo assim, ainda é necessário pensar em processo para colocar em prática a criação.
    A criatividade faz parte da vida de todos, e está relacionada em tudo que fizemos, pois estamos em constante processo de criatividade, dando vida e novas formas. Embora todas essas formas não sejam notáveis e nem chegam a ser consideradas merecedoras de reconhecimento como ideias criativas, no entanto se criarmos internamente esses processos de ação, quanto mais explorarmos essa área e trabalharmos nisto, mais teremos condições de produzir ideias criativas notáveis.
    Podemos relacionar que o processo criativo está fortemente ligado ao estado das pessoas e seus relacionamentos, pois pessoas mal humoradas e com crises de rupturas, segundo algumas pesquisas apresentam um baixo índice de criatividade, ao contrário das pessoas bem humoradas, que estão envolvidas no processo criativo interno, pois são livres de pensamentos negativos e rancores, e possuem um fluir no processo criativo, pois gozam da vida de maneira responsável e ao mesmo tempo descontraída.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Flexibilidade e mudança

      Ninguém sabe para onde leva o futuro e também não temos como meta de vida adivinhar o futuro, somente podemos planejá-lo. Também não temos a capacidade de manter as mudanças decorrentes que virão em nossas vidas sob controle, porém, podemos desenvolver a criatividade como resposta ao imprevisto, quando este surgir. É necessário uma mente aberta.
      Portanto, o que é necessário para obter essa mente aberta? Precisamos ser capazes de abandonar as velhas percepções, quebrar paradigmas, ou seja, quebras as velhas atitudes e maneiras de receber o novo (como diz aquele ditado popular, saber fazer do limão uma doce limonada), ter liberdade e vitalidade para se trabalhar neste novo cenário de mudanças à vista. Outro ponto importante para que esse processo seja menos árduo é saber quem somos e para onde vamos, identificar as nossas reais necessidade, priorizando o que é mais importante e sendo capaz de questionar todas as nossas próprias ideias, afim de organizar todos os métodos dos planejamentos das mudanças por vir.
     Organizações e pessoas que sabem e são flexíveis as mudanças, conseguem trabalhar de maneira mais adaptável quando elas ocorrem, pois conseguem elevar os seus pensamentos acima de uma rigidez de ideias que tendem a aprisionar. Embora muitas vezes serviram no passado, podem no atual momento restringir a percepção do presente e de um planejamento para o futuro.
     A flexibilidade interior não dispensa a necessidade de maior estabilidade, uma é dependente da outra. O que é necessário é manter uma tranquilidade interior, de certo modo, podemos nos apropriar a padrões de comportamentos rígidos em busca de uma falsa segurança, mas o que por outro lado a paz interior nos traz liberdade de reação a mudança, traz uma reação mais adequada no momento em que ela ocorre. Por isso, não podemos afirmar que a flexibilidade deixa se levar a liberdade sem padrões consistentes de pensamento e observações a serem consideradas, nos deixando a "merce" dos ventos da mudança, porém quando somos flexíveis, ficamos semelhantes a uma árvore que fica exposta ao forte vento, ela fica firmemente ancorada por sua raíz, porém é capaz de se curvar a força do vento (é flexível as mudanças, mas tem um método definido e concreto por onde nossos planejamentos estão ancorados).

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Alianças Estratégicas

Uma diversificação alternativa para união de propósitos estratégicos, onde a principal intenção é potencialização das forças é a formação de alianças estratégicas.O Autor Lewis (1992) afirma que a aliança estratégica é constituída de uma necessidade mútua, em que os parceiros se ajudam na difícil tarefa de ultrapassar o emaranhado de problemas, na busca de soluções e interesses conflitantes e de culturas contrastantes. Portanto, a formação de uma aliança estratégica é o estabelecimento das avaliações de fatores decisivos aos seus objetivos, especifidades e atributos de mercado, pontos primordiais de condições onde as organizações optam por esse tipo de estratégia.Sendo assim a aliança estratégica oportuniza um aumento da capacidade de controlar o ambiente, uma vez que a organização passa a ter acesso às novas fontes de informações internas do parceiro e da parcela de mercado que o mesmo ocupa.Mas se tratar de alianças estratégicas, vai além de uma simples intenção de unir forças e conhecimentos, ela deve ser bem estruturada e planejada, conhecendo o parceiro, portanto existem diversas classificações e conceitos desenvolvidos, que conseguem abranger suficientemente com complexidade esses arranjos de alianças. Para alguns autores , existem dois tipos de alianças estratégicas, são elas: as alianças contratuais e as Joint Venture.
As alianças contratuais possuem capacidades de desenvolverem projetos, distribuições de seus produtos, prestar serviços, trabalhando separadamente e não tendo a necessidade da crianção de uma terceira e nova empresa para administrar o relacionamento entre ambas. As relações são administradas por meio de algum tipo de contrato. Porém as novas entidades chamadas de Joint Venture, são criadas e segundo Yoshino e Rangan (1996), fazem parte de uma categoria de aliança subsidiária e que é controlada e gerenciada pelas organizações que as originaram de maneira não equitativa. As Joint Ventures contam com parceiros que fornecem capitais e outros recursos para essa empresa separada da administradora com um time próprio. Portanto, esse time deve se reporta ao Conselho de Diretores composto por parceiros da Joint Venture.



Figura : Alianças Estratégicas em termos do grau de integração vertical com a empresa – mãe
Fonte: Lorange; Roos (1996, p.15)

A figura acima ilustra como a integração vertical pode ser considerada, e seus relacionamentos de dependência existentes entre as empresas e suas hierarquias (no extremo esquerdo), pois quanto maior for a dependência dos parceiros na aliança, maior é o grau de integração vertical com a participação societária. No outro extremo está a ausência total de integração vertical (mercado).
Existem outros tipos de formas de alianças estratégicas, como por exemplo, as alianças de capital minoritário, que segundo o autor Das e Teng (2000) são escolhidas pelas organizações oportunistas como as preferidas, pois contribuem com o conhecimento e a parceria auxilia com recursos de propriedade. Baseando - se na ideia de compartilhar a propriedade, mesmo não sendo o caso de criação de uma nova organização para administrar, pois a organização investidora apenas participa das ações de propriedade da organização investida.
Também existem alianças com contratos unilateriais, que segundo o autor Roth ef al. (2013), têm como característica a transferência de direitos de propriedade e necessitam estar juntas na alocação de recursos para a relação do desenvolvimento de ações previstas. Como exemplo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), marketing e promoção, são tipos de relações conjuntas e solidificam cada vez mais a parceria.
Os critérios de formalização das alianças podem ser formais com diferentes graus de interdependência ou informais. A grande maioria das alianças conforme Roth el al. (2013) citadas em literaturas é formal, mas nada implica que não existam de fato as alianças informais, porém essa forma de aliança apresenta maior dificuldades em seus processos,  não sendo bem definidos o escopo contratual e não contam com o respaldo técnico e legal.
A natureza de relação das alianças estratégicas quando à geração de interesses comuns é a diferença entre as alianças tipo cliente - fornecedor daquelas alianças entre os concorrentes. As alianças do tipo cliente - fornecedor são formadas por organizações com foco nas relações de fornecimento de matérias primas, insumos e serviços, por outro lado, as alianças concorrentes são formadas por organizações com estruturas similares e que atuam ou podem atua no mesmo mercado, sendo ou podendo ser concorrentes.
Existem também as alianças que envolvem centros universitários, empresas e governos (de todas as esferas), constituindo assim uma tríplice aliança, cujas suas intenções e interações estão voltadas a inovação (LEYDESDORFF; ETZKOWITZ, 1996).
Falar em alianças estratégicas é também falar de relacionamentos, eles são os que envolvem as partes, é neles que ocorre o "trabalho em rede", promovendo os contatos entre as partes que possuem interesses em comum, Na perspectiva do B2B (Business to Business), os profissionais de marketing tem a atribuição de desenvolverem esses relacionamentos entre os clientes finais, distribuidores, fornecedores, parceiros e até mesmo os concorrentes. Sendo assim, são possíveis relacionamentos duradouros em que partes envolvidas ganham valor em conjunto.

Marketing Digital um desconhecido necessário

 O mercado atual é extremamente agressivo, e para se destacar neste panorama “selvagem”, conseguindo vencer os desafios das vendas, entre ...