quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Erros que as empresas não podem cometer

Alguns erros comuns ocorrem no cotidiano de inúmeras empresas, diariamente no Brasil e no mundo, em todos os níveis e portes de tamanho, talvez seja empresas que irão custar, ou talvez nunca vão entrar em rankings de revistas de melhores empresas para se trabalhar (como exemplo da Revista Exame , que medem anualmente as melhores empresas brasileiras), ocasionando assim o desgaste do colaborador que ainda pode trazer conseqüências muito maiores para esse tipo de organização que é a contaminação de todo o quadro de funcionários.

Alguns dos problemas mais comuns:
Muitos chefes – São empresas que costumam a ter várias vozes de comando, ou seja, muito “cacique e pouco índio” fazendo que assim os colaboradores se percam, pois não sabem ao certo a quem se reportarem, refletindo significamente nos resultados, pois seja as atividades iniciam mais não terminam.

Politicagem interna – O colaborador dá uma idéia revolucionária, brilhante; e o chefe no momento não dá muito valor, ou trocando em miúdos, engaveta a idéia brilhante, após se passar um médio ou longo período o chefe aparece com a mesma idéia com algumas pinceladas de diferença e apresenta para toda a equipe, inclusive ao dono, que foi uma idéia sua, levando assim todo o mérito perante a alta diretoria da empresa. Isso causa um tremendo mal estar para o colaborador e a sua equipe de trabalho conhecedora do dono da idéia.

Zona de Conforto – A empresa tem medo de mudar, ficam travados com processos obsoletos e engessados, os colaboradores se sentem desmotivados e suas perspectivas de crescimento se vão por terra, tornando – se uma rotina de marasmo para o funcionário e por fim acabam perdendo muitos negócios para concorrência.

Centralização das decisões – Ao mesmo tempo em que uma empresa não pode ter muitas vozes de comando, a centralização extrema também não é um bom caminho, pois algumas decisões chaves ficam de tal forma centralizada em algumas pessoas que as decisões ficam amarradas, ocorrendo assim novas decisões ações que já foram decididas anteriormente em outras ocasiões. Isso acaba tornando o progresso do trabalho bastante difícil e desmotivador para os colaboradores envolvidos.

Falta de atenção nos detalhes – A empresa não dá a devida atenção ao seu colaborador, não escuta com detalhes as suas reivindicações de melhorias de processo, e suas críticas construtivas e continuam usando e abusando dos erros que o funcionário vem alertando a um bom tempo. O colaborador cansa com essa situação e acaba perdendo a confiança e o prazer de trabalhar nessa empresa.

Excesso de retrabalho – Quem gosta de refazer o seu trabalho? Em muitas empresas isso ocorre freqüentemente, pois são processos inadequados, elevando muito os custos de retrabalho (horas extras, desnecessárias), causando mal estar nos colaboradores da organização.

Corte de custos desnecessários e indevidos – Pagar baixos salários, cortar benefícios, não investir em recursos humanos e tecnologia, levando assim a empresa a diminuir o faturamento e seus resultados. Obviamente levando a todos os colaboradores ao descontentamento.

Transferir os problemas a terceiros – São empresas que costumam a passar suas dificuldades e problemas à terceiros, pois é a maneira mais fácil, principalmente se tratando de cliente, pois o problema de um atraso de entrega é do fornecedor, sendo que no fim, foi de algo que acontece dentro da própria organização.

Planos de Carreira – Falta de uma definição de um plano de carreira transparente e conciso, onde também tenham atividades mal definidas, gerando desconfiança e desmotivação no colaborador.

Saúde financeira da empresa – A empresa deve apresentar o seu equilíbrio, também deve mostrar importância em seus produtos, como também suas áreas administrativas e técnicas, no momento que os colaboradores não enxergarem isso, eles perdem a tranqüilidade e a segurança, desconfiam de sua estabilidade no próprio emprego.

Recursos Humanos (RH) – Setor ou departamento de vital importância para uma organização, pois não limita - se a ser responsável pelo recrutamento e demissões de colaboradores, pois suas funções são muito mais amplas, que vão até uma visita a um hospital de um colaborador internado, o funcionário da empresa deve se sentir que é importante para a organização, para continuar motivado no trabalho.

Área comercial (ou Departamento de Vendas) - Muita atenção no momento de contratar um profissional para trabalhar na linha de frente de negócios, pois tem que ser um profissional com habilidades de “sugerir soluções” aos clientes, pois é uma área que apresenta desafios com metas e objetivos. Não adianta pressionar o colaborador se ele não tem perfil de negócios, o erro não será desse colaborador e sim de quem o contratou para colocar nessa função.

As empresas devem estar atentas em relação aos seus colaboradores, desenvolvendo a comunicação interna e pesquisas de clima, pois é fundamental o feedback do funcionário que certamente vai apontar as oportunidades de melhoria, onde o alto escalão da empresa não tem capacidade de enxergar os problemas que ocorrem no cotidiano , por mais simples que seja, isso muitas vezes pode acarretar situações delicadas a organização.

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