Acredita- se que um excelente
caminho para as empresas é a evolução interna de seus processos, e essa reformulação passa pela Inteligência Competitiva. Hoje as organizações, se deparam com muitos concorrentes, e é cada vez importante andar na frente.
Porém os desafios não param por aí, é necessário estar atento, pois aos
poucos o mercado vai se alterando, como se fosse um vírus mutante, fazendo com que o processo de coleta de dados seja essencial, para análise
e gerenciamento das informações. Fatores esses que após serão fundamentais para o processo decisório.
“Como disse
Leonard Fuld, um especialista no tema, “desenvolver Inteligência Competitiva é
semelhante a criar uma pintura pontilhada. Seu objetivo não é criar uma imagem
perfeita, mas uma imagem representativa da realidade.”
A
inteligência competitiva faz parte do Planejamento de
Vendas, e deverá interligar cada vez mais os setores de marketing e comercial, este
último será o responsável por alimentar a base de dados (dados em estado
bruto), pois está ligado diretamente aos clientes, em eventos e Work shop's,
construindo o Networking. O Marketing por outro lado é responsável por filtrar esses dados e torná-los em informações e juntamente com a alta diretoria desenvolver as análises necessárias, possibilitando que a empresa faça mapeamentos de riscos, metodologias específicas e por fim tenha condições de desenvolver com maior assertividade as análises estratégicas. Entretanto a inteligência competitiva fará com que a
empresa e os departamentos se integrem ganhando força nessa troca constante e
periódicas de informações de mercado.
E após todo esse ciclo, a inteligência fornecerá um elevado grau de previsões dos eventos que podem causar impactos na empresa. O processo é ativo e obrigará a gestão de cada organização a ter uma atitude imediata em resposta ao que foi recebido.
Portanto a empresa saberá para onde olhar, o que perguntar e o que fazer com as respostas, reparando as falhas internas decorrentes da força dos concorrentes.