quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Inteligência Competitiva

     Acredita- se  que um excelente caminho para as empresas é a evolução interna de seus processos, e essa reformulação passa pela Inteligência Competitiva. Hoje as organizações, se deparam com muitos concorrentes, e é cada vez importante andar na frente. 
    Porém os desafios não param por aí, é necessário estar atento, pois aos poucos o mercado vai se alterando, como se fosse um vírus mutante, fazendo com que o processo de coleta de dados seja essencial, para análise e gerenciamento das informações. Fatores esses que após serão fundamentais para o processo decisório.
      
     “Como disse Leonard Fuld, um especialista no tema, “desenvolver Inteligência Competitiva é semelhante a criar uma pintura pontilhada. Seu objetivo não é criar uma imagem perfeita, mas uma imagem representativa da realidade.”


     A inteligência competitiva faz parte do Planejamento de Vendas, e deverá interligar cada vez mais os setores de marketing e comercial, este último será o responsável por alimentar a base de dados (dados em estado bruto), pois está ligado diretamente aos clientes, em eventos e Work shop's, construindo o Networking. O Marketing por outro lado é responsável por filtrar esses dados e torná-los em informações e juntamente com a alta diretoria desenvolver as análises necessárias, possibilitando que a empresa faça mapeamentos de riscos, metodologias específicas e por fim tenha condições de desenvolver com maior assertividade as análises estratégicas. Entretanto a inteligência competitiva fará com que a empresa e os departamentos se integrem ganhando força nessa troca constante e periódicas de informações de mercado. 
    E após todo esse ciclo, a inteligência fornecerá um elevado grau de previsões dos eventos que podem causar impactos na empresa. O processo é ativo e obrigará a gestão de cada organização a ter uma atitude imediata em resposta ao que foi recebido. 
     Portanto a empresa saberá para onde olhar, o que perguntar e o que fazer com as respostas, reparando as falhas internas decorrentes da força dos concorrentes.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Quanto vale um conselho


   OZIRES SILVA
 Presidente da Pele Nova Biotecnologia e fundador da Embraer – Indústria tecnológica

            “Muitas vezes, o comodismo ou cansaço me fazem querer faltar a algum compromisso.
Mas reúno forças, lembro-me das palavras de um velho comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) e acabo indo. Ele gostava de dizer: ‘Somente tem sorte quem vai’.
“A frase pode soar estranha, mas vou explicar seu contexto. Eu e mais nove colegas dávamos nossos primeiros passos como oficiais-aviadores da FAB na Base Aérea de Belém, Pará. Certo dia, um deles foi designado por nosso comandante para representar a Base em um evento e ficou desalentado; para cumprir a missão, deixaria de fazer um vôo!
“Percebendo seu desânimo, o comandante fitou-o nos olhos e ensinou: ‘Somente tem sorte quem vai. Quem fica, seja qual for a razão, pode perder uma expressiva oportunidade’.
Resignado, meu colega foi. Ao voltar, soube que seu substituto sofrera um acidente fatal.
“Ao longo da minha vida, tenho pensado sempre nisso. Poucas foram as vezes que me arrependi de comparecer a algum compromisso. E, em diversas ocasiões, realmente ganhei por ter estado presente. Procuro usar de muita prudência quando dou um conselho, mas, nesse caso, acredito que o que ouvi do meu comandante faz todo o sentido na vida competitiva de hoje, em que as oportunidades surgem nos momentos mais inesperados.
Por isso, repito: só terá sorte quem for.”

Marketing Digital um desconhecido necessário

 O mercado atual é extremamente agressivo, e para se destacar neste panorama “selvagem”, conseguindo vencer os desafios das vendas, entre ...