sábado, 23 de abril de 2016

A informação nas organizações


   A informação é definida como uma tarefa bastante fácil e diariamente ela é buscada pelos mais variáveis meios de mídias de comunicação. Ela é assimilada por intermédio de sites da internet, cursos de treinamento em vídeos, sons e etc. Sendo em sua totalidade de forma intuitiva, porém, quando pensamos em descreve-lá, essa facilidade parece perder força e se tornar algo totalmente desafiador.    
     A palavra informação vem do latim "informare", que significa dar forma. Encontramos em muitas literaturas conceitos inconsistentes e equivocados. A informação pode ser entendida como medida da redução da incerteza sobre determinado estado das coisas, por intermédio de uma mensagem. Grande parte das vezes o conceito de informação é confundido com o do dado. Pois a informação é a reunião de dados que gera um contexto rico de entendimento. Porém o dado é o fato bruto por si só, podendo ou não ser relevante, em outras palavras, o dado é a matéria prima da informação. Como afirma "Ducker", informações são "dados dotados de relevância e propósito". Portanto, informação pode ser entendida como dados moldados de uma forma significativa e útil para as pessoas.
   Portanto a informação bem elaborada é também utilizada nas tomadas de decisões sendo base direta das consequentes ações a serem tomadas pelo detentor desta mesma. E são classificadas como informações operacionais e informações gerenciais.
     Informações operacionais, são aquelas geradas no dia - a - dia nas organizações, em nível operacional, são adquiridas internamente, tendo como finalidade o controle. São quase que em sua totalidade geradas de maneira manual. Temos como exemplo deste tipo de informação, as notas fiscais, formulários de pedidos de vendas ou compras, requisições internas, memorandos, emails e etc.
      Por outro lado, as informações gerenciais, são utilizadas para a tomada de decisões em níveis táticos e estratégicos, tendo como finalidade o acompanhamento e planejamento. Apresentando características de quantidade, oportunidade, conteúdo e qualidade, são informações que compõem os sistemas de informações da empresa, trazendo para informações no campo quantitativo como qualitativo. Temos como exemplo deste tipo de informação, os relatórios gerencias de vendas de uma loja, e acompanhamento de produção de uma industria.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Gestão Empresarial

    Quando se pensa em planejamento, organização, direção e controle, logo entende-se que são competências da gestão empresarial. Também pode - se entender que é a capacidade de conhecer assuntos específicos relacionados a administração e saber por em pratica.
     Portanto a atividade básica de um gestor empresarial é de ter competência de reunir um conjunto de pessoas, com objetivos em comum e transformar as atividades dos seus colaboradores adequadas com agilidade e qualidade dos processos, vindo de encontro com as exigências da organização, proporcionando também um ambiente agradável entre todos. Essas atividades básicas também devem ser estendidas para todos os níveis de funções administrativas, assim como, a diretoria, gerência, supervisão e todos os analistas e colaboradores da organização.
     O gestor deve conhecer tecnicamente o trabalho que precisa ser feito, e ter a capacidade de entender sobre relacionamento, além de conhecer a si mesmo e seus conflitos pessoas (inerentes a todo o ser humano), e compreender as necessidades das outras pessoas da organização e da melhor maneira adequá-los. Ainda assim, quando é tratado sobre gestão de pessoas, o tema ainda é recente, mesmo que as primeiras teorias e pesquisas sobre as relações humanas tenham surgido a partir da década de 20.
     Além de dar o direcionamento ao empreendimento, o gestor também tem que saber enxergar a organização como um todo, desde os ambientes externos, como o mercado em que está reagindo e também tendo a sensibilidade de perceber internamente e analisar com clareza as possibilidades da empresa no mercado que atua.
       Um exemplo de gestão empresarial, é quando se trata de pequenos empresários brasileiros, que apresentam ainda uma característica bem desafiadora e corajosa. Pois aventuram-se a empreender a partir de um sonho ou independentes, escapando das condições de empregados ou escapando da escassez de oportunidades de suas regiões quando o trabalhador é vindo do interior. 
        Outro ponto bem pontual e de grande erro por parte dos gestores empresariais, é a falta de um plano de negócios, e quase sempre com os poucos recursos financeiros adquiridos abrem portas de negócios sem conhecimento ou experiência, e se debatem com inúmeras dificuldades do mercado, transformando assim o empreendimento em um imenso pesadelo. Vários levantamentos e estatísticas realizadas por órgãos brasileiros competentes e sérios, mostram o significativo número de empresas que morrem logo após o segundo ano de vida.


Porto Alegre, 7 de Abril de 2016
Leonardo Fagundes Lacerda
 

Marketing Digital um desconhecido necessário

 O mercado atual é extremamente agressivo, e para se destacar neste panorama “selvagem”, conseguindo vencer os desafios das vendas, entre ...