Uma diversificação alternativa para união de propósitos estratégicos, onde a principal intenção é potencialização das forças é a formação de alianças estratégicas.O Autor Lewis (1992) afirma que a aliança estratégica é constituída de uma necessidade mútua, em que os parceiros se ajudam na difícil tarefa de ultrapassar o emaranhado de problemas, na busca de soluções e interesses conflitantes e de culturas contrastantes. Portanto, a formação de uma aliança estratégica é o estabelecimento das avaliações de fatores decisivos aos seus objetivos, especifidades e atributos de mercado, pontos primordiais de condições onde as organizações optam por esse tipo de estratégia.Sendo assim a aliança estratégica oportuniza um aumento da capacidade de controlar o ambiente, uma vez que a organização passa a ter acesso às novas fontes de informações internas do parceiro e da parcela de mercado que o mesmo ocupa.Mas se tratar de alianças estratégicas, vai além de uma simples intenção de unir forças e conhecimentos, ela deve ser bem estruturada e planejada, conhecendo o parceiro, portanto existem diversas classificações e conceitos desenvolvidos, que conseguem abranger suficientemente com complexidade esses arranjos de alianças. Para alguns autores , existem dois tipos de alianças estratégicas, são elas: as alianças contratuais e as Joint Venture.
As alianças contratuais possuem capacidades de desenvolverem projetos, distribuições de seus produtos, prestar serviços, trabalhando separadamente e não tendo a necessidade da crianção de uma terceira e nova empresa para administrar o relacionamento entre ambas. As relações são administradas por meio de algum tipo de contrato. Porém as novas entidades chamadas de Joint Venture, são criadas e segundo Yoshino e Rangan (1996), fazem parte de uma categoria de aliança subsidiária e que é controlada e gerenciada pelas organizações que as originaram de maneira não equitativa. As Joint Ventures contam com parceiros que fornecem capitais e outros recursos para essa empresa separada da administradora com um time próprio. Portanto, esse time deve se reporta ao Conselho de Diretores composto por parceiros da Joint Venture.
Figura : Alianças Estratégicas em termos do grau de integração vertical com a empresa
– mãe
Fonte: Lorange; Roos (1996, p.15)
A figura acima ilustra como a integração vertical pode ser considerada, e seus relacionamentos de dependência existentes entre as empresas e suas hierarquias (no extremo esquerdo), pois quanto maior for a dependência dos parceiros na aliança, maior é o grau de integração vertical com a participação societária. No outro extremo está a ausência total de integração vertical (mercado).
Existem outros tipos de formas de alianças estratégicas, como por exemplo, as alianças de capital minoritário, que segundo o autor Das e Teng (2000) são escolhidas pelas organizações oportunistas como as preferidas, pois contribuem com o conhecimento e a parceria auxilia com recursos de propriedade. Baseando - se na ideia de compartilhar a propriedade, mesmo não sendo o caso de criação de uma nova organização para administrar, pois a organização investidora apenas participa das ações de propriedade da organização investida.
Também existem alianças com contratos unilateriais, que segundo o autor Roth ef al. (2013), têm como característica a transferência de direitos de propriedade e necessitam estar juntas na alocação de recursos para a relação do desenvolvimento de ações previstas. Como exemplo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), marketing e promoção, são tipos de relações conjuntas e solidificam cada vez mais a parceria.
Os critérios de formalização das alianças podem ser formais com diferentes graus de interdependência ou informais. A grande maioria das alianças conforme Roth el al. (2013) citadas em literaturas é formal, mas nada implica que não existam de fato as alianças informais, porém essa forma de aliança apresenta maior dificuldades em seus processos, não sendo bem definidos o escopo contratual e não contam com o respaldo técnico e legal.
A natureza de relação das alianças estratégicas quando à geração de interesses comuns é a diferença entre as alianças tipo cliente - fornecedor daquelas alianças entre os concorrentes. As alianças do tipo cliente - fornecedor são formadas por organizações com foco nas relações de fornecimento de matérias primas, insumos e serviços, por outro lado, as alianças concorrentes são formadas por organizações com estruturas similares e que atuam ou podem atua no mesmo mercado, sendo ou podendo ser concorrentes.
Existem também as alianças que envolvem centros universitários, empresas e governos (de todas as esferas), constituindo assim uma tríplice aliança, cujas suas intenções e interações estão voltadas a inovação (LEYDESDORFF; ETZKOWITZ, 1996).
Falar em alianças estratégicas é também falar de relacionamentos, eles são os que envolvem as partes, é neles que ocorre o "trabalho em rede", promovendo os contatos entre as partes que possuem interesses em comum, Na perspectiva do B2B (Business to Business), os profissionais de marketing tem a atribuição de desenvolverem esses relacionamentos entre os clientes finais, distribuidores, fornecedores, parceiros e até mesmo os concorrentes. Sendo assim, são possíveis relacionamentos duradouros em que partes envolvidas ganham valor em conjunto.
Existem outros tipos de formas de alianças estratégicas, como por exemplo, as alianças de capital minoritário, que segundo o autor Das e Teng (2000) são escolhidas pelas organizações oportunistas como as preferidas, pois contribuem com o conhecimento e a parceria auxilia com recursos de propriedade. Baseando - se na ideia de compartilhar a propriedade, mesmo não sendo o caso de criação de uma nova organização para administrar, pois a organização investidora apenas participa das ações de propriedade da organização investida.
Também existem alianças com contratos unilateriais, que segundo o autor Roth ef al. (2013), têm como característica a transferência de direitos de propriedade e necessitam estar juntas na alocação de recursos para a relação do desenvolvimento de ações previstas. Como exemplo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), marketing e promoção, são tipos de relações conjuntas e solidificam cada vez mais a parceria.
Os critérios de formalização das alianças podem ser formais com diferentes graus de interdependência ou informais. A grande maioria das alianças conforme Roth el al. (2013) citadas em literaturas é formal, mas nada implica que não existam de fato as alianças informais, porém essa forma de aliança apresenta maior dificuldades em seus processos, não sendo bem definidos o escopo contratual e não contam com o respaldo técnico e legal.
A natureza de relação das alianças estratégicas quando à geração de interesses comuns é a diferença entre as alianças tipo cliente - fornecedor daquelas alianças entre os concorrentes. As alianças do tipo cliente - fornecedor são formadas por organizações com foco nas relações de fornecimento de matérias primas, insumos e serviços, por outro lado, as alianças concorrentes são formadas por organizações com estruturas similares e que atuam ou podem atua no mesmo mercado, sendo ou podendo ser concorrentes.
Existem também as alianças que envolvem centros universitários, empresas e governos (de todas as esferas), constituindo assim uma tríplice aliança, cujas suas intenções e interações estão voltadas a inovação (LEYDESDORFF; ETZKOWITZ, 1996).
Falar em alianças estratégicas é também falar de relacionamentos, eles são os que envolvem as partes, é neles que ocorre o "trabalho em rede", promovendo os contatos entre as partes que possuem interesses em comum, Na perspectiva do B2B (Business to Business), os profissionais de marketing tem a atribuição de desenvolverem esses relacionamentos entre os clientes finais, distribuidores, fornecedores, parceiros e até mesmo os concorrentes. Sendo assim, são possíveis relacionamentos duradouros em que partes envolvidas ganham valor em conjunto.

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