O livro em seu primeiro capítulo busca sintetizar a expressão estratégia, nos fazendo entender seus conceitos básicos e buscando trazer as origens da estratégia, que desde gregos até os dias de hoje, é bastante difundida nas principais organizações. Nós como estudantes, temos que estar atentos a essa linguagem específica que é a estratégia, pois o conhecimento e habilidades nesse quesito nos tornarão profissionais ambiciosos e certamente nos credenciaremos a ocupar cargos mais elevados dentro de uma organização.
É bastante abordado no capítulo o fato que a estratégia tem como origem a guerra, a busca de uma resolução de um problema que há pela frente. Maquiavel em diversos trechos do capitulo cita que o retorno positivo de uma vitória em uma guerra nos traz, é muito menor, se fossem utilizados outros meios, e um dos meios mais importantes citados por ele próprio é a política. Os grandes pioneiros na gestão estratégica foram os exércitos, pois o inimigo representava perigo e ameaça direta a sua existência, logo tinham que pensar como vencer seus oponentes. O mesmo se traduz as grandes organizações, pois à medida que crescem entram em um universo de mercado mais competitivo, fazendo que assim criem suas próprias estratégias de negócios, buscando assim domínio do mercado diante de seus concorrentes.
Atualmente com o advento da tecnologia, a estratégia teve uma nova conotação em seus tramites, pois pode se utilizar para aumentar ou reduzir; ou até mesmo eliminar o poder do concorrente, tanto isso no mundo dos negócios como nas guerras mais ferrenhas espalhadas pelo mundo. A tecnologia e sem dúvida é um divisor de águas no que tange estratégia. Muitas das organizações devem estar preparadas para estratégias voltadas a TI (Tecnologia da Informação), pois grande parte dos dados e informações de uma organização utiliza esse tipo de plataforma tecnológica. No principio de toda essa era de informática, houve muita resistência por parte dos executivos tidos como tradicionais, pois eram homens que não conheciam a tecnologia e tinham medo de perder a sua capacidade e poder de decisão dependendo da estratégia de negociação.
Outro ponto destacado nesse capítulo é quando se trata de concorrência, existindo assim a necessidade de se criar uma estratégia. Pois muitas vezes as empresas que exercem o monopólio de um determinado serviço ou produtos se encontram em uma zona de conforto, sem maiores preocupações, sendo assim os consumidores se vêem obrigados a utilizar seus produtos, não tendo opção de mercado. Mas essa regra em geral é mudada assim que surge a concorrência, pois o mercado possibilita outras opções com produtos com pouquíssimas diferenças de qualidade e de preço, e as principais empresas do ramo ou segmento ameaçadas de perderem o seu posto de líder do mercado, devem se articular em busca de estratégias que resultem na vitória diante os concorrentes.
Até mesmo organizações administrativas estatais estão em busca de estratégias, aderindo ao conceito de Nova Gestão Pública, em busca de excelência no atendimento dos seus clientes, mesmo não possuindo concorrência.
É bastante abordado no capítulo o fato que a estratégia tem como origem a guerra, a busca de uma resolução de um problema que há pela frente. Maquiavel em diversos trechos do capitulo cita que o retorno positivo de uma vitória em uma guerra nos traz, é muito menor, se fossem utilizados outros meios, e um dos meios mais importantes citados por ele próprio é a política. Os grandes pioneiros na gestão estratégica foram os exércitos, pois o inimigo representava perigo e ameaça direta a sua existência, logo tinham que pensar como vencer seus oponentes. O mesmo se traduz as grandes organizações, pois à medida que crescem entram em um universo de mercado mais competitivo, fazendo que assim criem suas próprias estratégias de negócios, buscando assim domínio do mercado diante de seus concorrentes.
Atualmente com o advento da tecnologia, a estratégia teve uma nova conotação em seus tramites, pois pode se utilizar para aumentar ou reduzir; ou até mesmo eliminar o poder do concorrente, tanto isso no mundo dos negócios como nas guerras mais ferrenhas espalhadas pelo mundo. A tecnologia e sem dúvida é um divisor de águas no que tange estratégia. Muitas das organizações devem estar preparadas para estratégias voltadas a TI (Tecnologia da Informação), pois grande parte dos dados e informações de uma organização utiliza esse tipo de plataforma tecnológica. No principio de toda essa era de informática, houve muita resistência por parte dos executivos tidos como tradicionais, pois eram homens que não conheciam a tecnologia e tinham medo de perder a sua capacidade e poder de decisão dependendo da estratégia de negociação.
Outro ponto destacado nesse capítulo é quando se trata de concorrência, existindo assim a necessidade de se criar uma estratégia. Pois muitas vezes as empresas que exercem o monopólio de um determinado serviço ou produtos se encontram em uma zona de conforto, sem maiores preocupações, sendo assim os consumidores se vêem obrigados a utilizar seus produtos, não tendo opção de mercado. Mas essa regra em geral é mudada assim que surge a concorrência, pois o mercado possibilita outras opções com produtos com pouquíssimas diferenças de qualidade e de preço, e as principais empresas do ramo ou segmento ameaçadas de perderem o seu posto de líder do mercado, devem se articular em busca de estratégias que resultem na vitória diante os concorrentes.
Até mesmo organizações administrativas estatais estão em busca de estratégias, aderindo ao conceito de Nova Gestão Pública, em busca de excelência no atendimento dos seus clientes, mesmo não possuindo concorrência.
Será que você teria o resumo ou resenha dos outros capítulos deste livro?
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